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    Belezas Naturais

    3.0 - No Maranhão, o povo é hospitaleiro e a natureza é generosa: cobre de dunas os lençóis maranhese, reveste de água as pedras de Carolina num espetáculo que só vendo para crer. A beleza é tamanha que se avista de ponta a ponta a viagem pode ser por terra e por mar. Se embrenhar nas matas ainda é um desafio para quem quer descobrir os encantos de paraísos intocados, como o Delta do Parnaíba.

    Nas praias desertas, a única melodia que se ouve vem das batidas das ondas na areia firme. Viajar pelo Maranhão é uma aventura que não se traduz só em palavras.

    3.01 - Praias:
    A ilha de São Luís é banhada por um mar calmo de ondas fracas e águas esverdeadas. São aproximadamente 40 quilômetros de extensão que enchem os olhos de quem está em busca de largas faixas de areia, onde o horizonte se perde e o sol, que bronzeia o ano inteiro, se põe mais tarde. Quase nunca chove. E quando a chuva vem é sempre bem vinda para amenizar o calor de uma temperatura que nem mesmo no inverno vai abaixo, dos 22 graus.

    Da Ponta d´Areia, São Marcos, Calhau, Caolho, Olho D'água, Araçagi a Raposa extensão de praia que abraça a ilha e recebe vários nome; mas o visual muda. Surgem dunas, morros e pequenos córregos que seguem em direção ao oceano.

    3.02 - Cidades turísticas do Maranhão:
    O Maranhão tem 217 Cidades. Cada um deles tem um charme especial. São cidades pequenas na extensão geográfica, mas grandiosas, no valor histórico e potencial turístico dentre elas: São José de Ribamar, Alcântara, Barreirinhas, Carolina, Delta do Parnaíba.

    3.02.01 - São José de Ribamar
    São José de Ribamar, um dos quatro municípios da Ilha de São Luís, dista apenas 32 quilômetros da capital maranhense, à qual se liga por uma estrada repleta de sítios e vivendas aprazíveis.

    Primitivamente uma aldeia indígena, tomou seu nome atual em razão de uma lenda piedosa assim contada: um navio que vinha de Lisboa para São Luís, desviou-se de sua rota e, em plena Baía de São José, esteve ameaçado de naufrágio, por grandes tempestades e vagalhões. Os tripulantes invocaram a proteção de São José, prometendo erguer-lhe uma capela na povoação ao longe divisada.

    Tal foi a contrição das súplicas, que imediatamente o mar acalmou-se. E todos chegaram a terra, são e salvos.

    Para cumprir a promessa, trouxeram de Lisboa uma imagem de São José, entronizando-a a modesta igrejinha então erguida, de frente para o mar. Mas devotos residentes na antiga Anindiba dos indígenas, atual Paço do Lumiar, entenderam que a imagem deveria ser levada para a ermida daquela povoação. Sem que ninguém percebesse, realizaram seu intento. No dia seguinte, porém, viram que a imagem ali não mais se encontrava, pois voltara, misteriosamente, à capela de origem. Repetiram a transferência, e colocaram pessoas a vigiar o santo, para que ele não voltasse a Ribamar.

    São José, entretanto, transformando seu cajado em luzeiro, desceu da Igreja de Anindiba e, protegido por anjos e santos, regressou a Ribamar. E o caminho por onde ia passando o celeste cortejo, encheu-se de suaves rastros de luz. Somente assim compreenderam os moradores de Anindiba que o santo desejava permanecer em sua capela, de frente para o mar.

    São José de Ribamar é uma das grandes devoções de nosso povo. Daí a profusão de Josés e Marias de Ribamar entre os maranhenses, embora exista um tendência declinante desse costume.

    Acredita-se, entretanto, que o culto do santo milagroso voltará a seus dias de esplendor, com a construção da basílica a ele consagrada.

    No passado, ia-se a Ribamar, a cavalo ou em carro de boi, por uma estrada de terra, estreita e sinuosa,. Também se ia àquela cidade por mar.

    Hoje a viagem é feita com muito conforto e rapidez. Mas a velha cidade balneária onde existe uma fonte de água mineral, continua cheia de encantos.

    São José de Ribamar, além da famosa festa de seu padroeiro milagroso, durante dez dias de animação firme, em período móvel de setembro, a depender da lua cheia, antecipa, em agosto, o Festival do Peixe-Pedra e, de quebra, promove os do Marisco e do Coco d'água.

    Mas o calendário festivo começa bem cedo, logo em janeiro, com os cordões de reis. Inclui a fundação da cidade, a 26, prossegue no domingo seguinte à quarta-feira de cinzas, com os foliões de São Luís e de lá repetindo o carnaval, no chamado Lava-Pratos, e se estende até dezembro, com o ciclo natalino, sendo de justiça referir a grande animação do período junino, com muitos bois de matraca e de zabumba reprisando a brincadeira, depois do dia de São Marçal.

    Atrativos:

    Praia: Caúna, Itapari, Panaquatira, Boa Viagem
    Fonte: Poço da Saúde
    Artesanato: de palha, madeira, linha, cipó, chifre etc.
    Culinária: peixe cozido, peixe frito, camarão, cuxá, preparados segundo diversas e deliciosas receitas.
    Obs.: é famoso, pelo sabor especial, o peixe-pedra de Ribamar.
    Bebidas: tiquira (aguardente de mandioca), cachaça, refresco e licores de frutas regionais.

    Manifestações Folclóricas e Religiosas:
    - Festa de São José de Ribamar, do Divino espírito Santo, de Nossa Senhora da Vitória.
    - Quadrilhas, Cordões de Reis, Bumba-meu-boi (nos sotaques de matraca e de orquestra).
    - Igreja de São José de Ribamar, Gruta de Lourdes (construída em 1957).

    Infra-estrutura:
    - Hotéis Mar e Sol (Av. Gonçalves Dias, 320) e Tropical (Praça da Matriz).

    Como Chegar:

    - Diversas linhas de ônibus fazem, diariamente, partindo de numerosos pontos, o trajeto São Luís - São José de Ribamar - São Luís, desde as primeiras horas da manhã até o início da noite.


    3.02.02 - Alcântara - Cidade histórica

    Durante muitos anos, foi tão somente nosso maior simbolo de um passado envolto em de-cadência e abandono. Hoje, entretanto, ali também trabalham com os olhos postos no futuro. È que aquela cidade sedia um centro de lançamentos aeroespaciais que opera tecnologia de ponta e será um centro importante, em seu gênero, para o desenvolvimento tecnológico e científico do Brasil.

    Disse o jornalista e poeta maranhese Odylo Costa, filho que Alcântara é uma cidade que se recusa a morrer. De fato, a antiga Tapuitapera dos indígenas, que Claude d´Abbeville, cronista e religioso francês achou " mais agradável, rica e fertil " do que São Luis, é uma cidade que tem séculos de memoráveis lutas.

    Desenvolveu-se, criou riquezas, e conheceu a opulência em que brilhou sua elite pouco numerosa, porém riquintada.

    Mas uma série de fatores adverso contrapôs-se à prosperidade de Alcântara. Primeira-mente, a exploração econômica dos vales maranhenses, fato que foi crescentemente esvaziando a tradicional Cidade dos Barões como centro de grandes lavouras de açucar e de algodão. Por fim, a abolição da escravatura, que representou o tiro de misericórdia contra uma economia já em franca decandência. E que, daí em diante, caminhou para a completa ruína.

    Alcântara, entretanto, recusa-se a morrer. E por isso, resiste, apesar dos sobradões desa-bados, das famílias que de lá se mudaram, levando consigo até as portas e as telhas de imóveis que se haviam desvalorizado totalmente. Becos se tornaram desertos, praças desapereceram, como a de Santa Helena, e até a outrora Rua da Bela Vista, com seus casarões abandonados e em processo de destruição que os levou à plena ruína, passou a chamar-se Rua da Amargura.

    As igrejas, como não poderia deixar de ser, acompanharam esse declínio irreversivel. e a principal delas - a Matriz do Apóstolo São Matias - é , hoje, um saldo de paredes erguidas para o céu, pois a pequena avaria de seu telhado, em vez de recuperação exigida, serviu de caminho sem volta para a destruição.

    E por falar em construçao religiosas: de algumas, sabe-se, hoje, apenas onde foram cons-truida, caso do Convento de Nossa Senhora das Mercês, fundado em 1658, em local assinalado pela pequena e pobre Capela das Mercês, sobre a suave elevação de frente para a Rua das Mer-cês.

    Na rua Direita, dois braços que confluem para uma cruz, esculpidos no frontão de cantaria das ruínas da Igreja de São Francisco de Assis, são o testemunho pungente de uma resistência que tem sido longa, mas não será eterna.

    Dos sete Passos da Paixão, alto resiste. Um , na Rua Pequena; outro, na da Amargura.

    Modesta é a Capela de Nossa Senhora do Desterro, e pequena, como o nome da rua em que está. Foi um Passo, primitivamente. Mas goza de muito prestígio na cidade. E tem o peso das tradições que ciosamente guarda, desde o século XVIII.

    Nos bairros caravela, está a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, construída pela devoção dos escravos, de 1781 a 1803. A Senhora do Rosário divide, ali, as honras com São Benedito. E este brilha, na festa que lhe é consagrada, com procissão, novenas concorridas e o tambor, tocado para a dança e a punga, na porta e no interior da igreja, sem fronteiras entre sagra-do, entre hóstia, fumo e cachaça.

    O amblo convento é só ruínas. Mas resiste firme, a seu lado, a Igreja do Carmo, a mais bo-nita de todo Maranhão. Repleta de sepulturas diuturnamente veladas por dezenas de anjos barro-cos distribuídos junto a colunas, reentrâncias e redobras finalmente entalhadas. É obra que vem do século XVII, que sofreu avarias e muitas intervenções. Não está concluida a última restauração que lhe devolveu parte da antiga beleza e possibilitou que os fiéis voltassem a freqüentá-la. É lá que se realiza o último grande ato da Festa do Divino Espírito Santo, com o Imperador ( ou a Imperatriz ) em su trono, presente o bisbo da Diocese de Pinheiro. E após a missa solene, sabe-se que a festa terminou, mas logo recomeçará, pois a leitura do Pelouro anuncia os nomes dos que foram escolhi-dos para fazê-la no próximo ano.

    Porque há muito, lá, para se ver.

    As duas ruínas chamadas Palácio do Imperador, lembranças da porfia de dois políticos ri-vais que pretenderam hospedar D.Pedro II, que talves por isso não fez sua prometida visita à cidade; as fontes das Pedras e de Mirititiua; os restos do Forte de São Sebastião; o sobradão conhecido como Cavalo de Tróia, alto e amplo, verdadeiro contraste compado à casinha arruinada onde, promotor público, residiu Clovis Bevilaqua; o sobrado de Gomes de Castro; a casa em que nasceu Silva Maia; o sobrado dos pais de Sousândrade; a antiga Casa da Câmara e Cadeia, que serviu de Penitenciária do Estado, mas hoje sedia a Prefeitura e a Camâra. Ainda no Largo de São Matias, o Museu Histórico e Artístico; os sobrados trigêmios que perteceram a familia Viveiros e, depois, ao capitalista Antonio Guimarães. Esse largo, arborizado com figueiras plantadas por Agos-tinho Reis, ostenta o pelourinho, símbolo de autoridade, mas também motivo para ódio e ressenti-mentos dos negros ali castigados. Quando da Abolição, os negro, ébrio de cachaça e de liberdade, derrubaram e esconderam o pelourinho num lugar de onde , 50 anos depois, a bou vontade de Mãe Calu fez trazer de volta ao primitivo local, onde hoje está.

    Há a Casa do Divino, museus dessa festa que demonstra a força de Alcântara. D.Pedro não a visitou, mas pelas ruas alcantarenses desfila, todos os anos, um imperial cortejo, entre luzes, foguetes, banda de música, pálios, caixeiras e brilhos de uma Corte que jamais será deposta.

    Existe na cidade uma razoável infra-estrutura turística: pousadas, restaurantes, bares. E praias. E ilhas diversas, entre as quais, a do Livramento, bem defronte.

    Alcântara e São Luis se miram, faz séculos, sobre o líquido espelho da Baía de São Mar-cos, que mede apenas 22 KM em linha reta.

    Há viagens, por mar, de ida e volta, diariamente. também se pde ir por terra, vencendo distância muito maior. Ou por via aéria.


    3.02.03 - Barreirinhas - Parque Nacional dos Lençóis Barreirinhas, distante 370 Km de São Luís, situa-se na micro-região da Baixada Oriental Maranhense. Às margens do Rio Preguiça, dá acesso ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, um belíssimo ecossistema com 150 ha de areais a perder de vista, o que dão a impressão de infinitos lençóis que se vão desdobrando por entre reentrâncias, dunas e lagoas de águas cristalinas.

    São muitas as atrações turísticas naturais de Barreirinhas. Região de generosa hidrografia, possui numerosos rios, riachos, lagoas e áreas alagadas em que vicejam buritizais e juçarais.
    Além do Preguiça, merecem referência os rios Novo, Paragem, Prata, Cocal, São José, Formiga e do Juçaral. E são de obrigatória citação as lagoas da Esperança e da Tábua.
    Praias aprazíveis existem por toda a região, a exemplo de Vassouras, Espadarte, Morro do Boi, Caboré, Moitas, Mandacaru e Atins.
    Em Barreirinhas há grande quantidade e variedade de peixe, camarão e outros frutos do mar.

    É famoso o muito diversificado o artesanato que a cidade e povoações circunvizinhas produzem, notadamente o que produz o buriti como matéria-prima.
    Barreirinhas reclama a melhoria de infra-estrutura turística, a fim de que desenvolva as imensas potencialidades de que é dotada.
    Vai-se de São Luís a essa por via rodoviária - há uma linha diária de ônibus - ou em avião fretado.


    3.02.04 - Carolina - Cachoeiras
    Uma das antigas e tradicionais cidades do Sul do Maranhão, Carolina - topônimo evocativo da primeira Imperatriz do Brasil - foi o principal centro econômico do Vale do Tocantins, e teve importante vida cultural, representada por excelentes educandários, entidades literárias, jornais, bandas de música etc.
    Apesar do declínio imposto pelo deslocamento do pólo econômico para Imperatriz, Carolina conserva muito de seu passado. E tem um grande futuro, graças aos encantos naturais verdadeiramente notáveis que a cercam.

    Rios e lagos encravados em imensas formações rochosas, inscrições rupestres, jazidas de granito em pleno cerrado, são alguns dos muitos atrativos a admirar.
    Além do Rio Tocantins, que margeia a cidade, há, entre o Rio Sereno, muito piscoso, e o Rio Lajes (Praiolândia), com diversos bares à margem. A Ilha dos Botes é ponto de agradáveis passeios para a descida dos rios. O Morro das Figuras reúne interessantes imagens gravadas na pedra. E a passagem Funda é uma caverna em que vive numerosa população de morcegos, e onda a imaginação popular encontrou motivos para muitas lendas.
    Mas o grande conjunto de atrações inesquecíveis está na seqüência de cachoeiras - do Itapecuruzinho, cujas águas límpidas movimentam uma hidrelétrica, e ainda
    - da Praia, a 50 km, uma das mais belas quedas d'água da região;
    - da Barra da Cabeceira, que associa quedas d'água a formações graníticas semelhantes a grandes muralhas;
    - de São Romão, cercada de vegetação regional e distante 70 Km.

    Finalmente, a Cachoeira da Pedra Caída, distante 35 Km, e a mais conhecida de todas. Suas águas límpidas caem de uma altura de 50 m, percorrendo paredões de pedra, até formarem rios e córregos aprazíveis.
    De São Luís para Carolina - 680 Km - há ônibus diariamente. O percurso, entretanto, pode incluir um trecho por via aérea, até Imperatriz, que dista 270 Km de Carolina.

    Hotéis, Pousadas e Restaurantes:
    Imperial Hotel, Fone: (098) 731-1115; Sansão Hotel, Fones (098) 731-1371 / 1297; Hotel Maia, Fone: (098) 731-1282; Hotel Santa Rita, Fone: (098) 731-1224; Hotel Pipes (do outro lado do rio), Fone: (063) 849-1115.
    Pousada do Rio Lajes, Fone: (098) 731-1348: Pousada Pedra Caída, Fone: (098) 731-1259. Conjunto turístico de chalés, restaurantes, quadra de esportes, piscina natural e cachoeira.
    Entre os restaurantes, sejam lembrados: Restaurante KFuné, Restaurante Sol Poente, Cantina Tropical, Restaurante Baluka, Churrascaria trevo.

    3.02.05 - Delta do Parnaíba
    O Delta do Parnaíba, entre os Estados do Maranhão e Piauí, é uma das mais belas e encantadoras regiões naturais do mundo. E com a vantagem de continuar livre de agressões a seu rico ecossistema, que abrange uma área de 2.700km2 de dunas, planícies arenosas, cerca de 80 ilhas de dimensões diversas, cajueiros e manguezais.
    A Ilha do Caju, uma das três maiores, é um importante santuário ecológico onde se abrigam aves migratórias e animais em extinção. Além de igarapés, restingas e reservatórios de límpidas, o Delta do Parnaíba oferece quilômetros seguidos de praias virgens.
    Esse verdadeiro paraíso ecológico em mar aberto é um dos três maiores do mundo e o único de nosso Continente. o Rio Lajes (Praiolândia), com diversos bares à margem. A Ilha dos Botes é ponto de agradáveis passeios para a des


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  • Jose de Ribamar "Eu tenho muita saudade desta ilha magnética ... "
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  • Aroldo  "Muito bom este site sobre o maranhão, é bastante completo ..."

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